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SEDNA DOURO BRANCO 2007
Cima Corgo (Favaios).
A escolha do local deve-se à altitude a que se encontram as vinhas e à variedade das castas.
Os 550m a que se encontram as vinhas permitem uma maturação suave proporcionando uma elevada concentração aromática e uma acidez equilibrada.
Castas tradicionais durienses como a Gouveio, Rabigato, Moscatel, Malvasia Fina e Fernão Pires.
Desengace total. Prensagem das uvas inteiras. Defecação estática. Fermentação em cuba de inox com controlo da temperatura. Estágio sobre as borras finas até Dezembro de 2007.
Cor: Verde citrina.
Aroma: Intenso e fresco, elegantes notas florais e tropicais.
Paladar: Seco, acidez equilibrada e volumoso. Final persistente.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 10 ºC a 12 ºC. Bom companheiro da gastronomia ligeira e saudável.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
14,05 % vol. |
3,18 |
6,94 g/l C4H4O6 |
1,50 g/l |
83 mg/l |
Produção (garrafas): 8.000
Engarrafado em: Fevereiro 2008
Comercializado a partir de: Março 2008
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
PINOTE BAIRRADA BRANCO 2007
Salto de besta; coice; cabriola; pirueta; pulo
Vinhas instaladas em solos argilo calcários no concelho de Mogofores.
Arinto, Bical, Viognier, Verdelho e Sauvignon Blanc
Prensagem suave das uvas, seguida de defecação estática. Fermentação parcial em barricas de carvalho novo e usado. Formação do lote em Maio de 2008, posterior filtração e engarrafamento.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 12 ºC a 14 ºC.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,0 % vol. |
3,47 |
5,8 g/l C4H4O6 |
0 g/l |
46 mg/l |
Produção (garrafas): 2.666
Engarrafado em: Junho de 2008
Comercializado a partir de: Julho de 2008
Viticultor:: Carlos Campolargo
Enólogo: Gonçalo Sousa Lopes e Rui Cunha
Ficha Técnica: 
PINOTE DOURO TINTO 2006
Salto de besta; coice; cabriola; pirueta; pulo
Conjunto de vinhas velhas localizado no vale do rio Pinhão e uma vinha de Touriga Nacional localizada no vale do rio Torto.
Tradicionais de vinhas velhas durienses e Touriga Nacional.
Desengace total seguida de suave esmagamento. Fermentação em lagares de pedra. Controlo moderado da temperatura. Pisa a pé conjugada com suaves remontagens manuais diárias. Estagiou em barricas de carvalho durante 16 meses.
Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 16 ºC a 18 ºC.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
14,6 % vol. |
3,74 |
5,11 g/l C4H4O6 |
2,40 g/l |
46 mg/l |
Produção (garrafas): 2.666
Engarrafado em: Junho de 2008
Comercializado a partir de: Julho de 2008
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Carlos Campolargo
Ficha Técnica: 
SEDNA DOURO TINTO 2005
Cima Corgo (Rio Torto) e Douro Superior (Muxagata).
O rio Torto é um dos principais afluentes da margem Sul do rio Douro. As vinhas seleccionadas para este vinho são vinhas velhas em patamares com cerca de 40 a 50 anos de idade plantadas com diferentes castas. Os patamares apresentam diferentes exposições, orientações e altitudes sem nunca deixar a proximidade do rio imprimindo ao vinho diferentes características: fruto, frescura e corpo.
As uvas da Muxagata contribuem para a cor e estrutura devido às suas condições de maturação mais profundas.
Castas tradicionais durienses como a Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Barroca e Touriga Nacional.
Desengace total. Combinação entre fermentações em pequenas cubas de inox e lagares em pedra. Controlo moderado da temperatura. Suaves remontagens manuais diárias e pisa a pé. Parcialmente estagiado em barricas de carvalho durante 10 meses.
Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Cor: Rubi intensa.
Aroma: Fresco com boa intensidade, elegantes notas florais e ligeiras sugestões de tosta da barrica.
Paladar: Suave, elegante lembrando frutos silvestres. Final com persistência.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 15 ºC a 17 ºC. Acompanha bem comida mediterrânica e pratos tradicionais portugueses.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,0 % vol. |
3,78 |
4,69 g/l C4H4O6 |
1,70 g/l |
55 mg/l |
Produção (garrafas): 21.300
Engarrafado em: Agosto 2006
Comercializado a partir de: Fevereiro 2007
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
SEDNA RESERVA DOURO TINTO 2005
Cima Corgo (Gouvinhas).
Seleccionamos um conjunto de vinhas velhas plantadas em socalcos com predominante exposição a sul e com um solo muito pobre e de elevada pedregosidade.
A complexidade do vinho é proveniente de uma elevada densidade de plantação, baixo rendimento e uma grande variedade de castas.
Tradicionais de vinhas velhas durienses.
Desengace total seguida de suave esmagamento. Fermentação em lagares de pedra. Controlo moderado da temperatura. Pisa a pé conjugada com suaves remontagens manuais diárias. Estagiou em barricas de carvalho durante 12 meses.
Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Cor: Rubi com boa profundidade.
Aroma: Maduro com boa intensidade, onde sobressaem os frutos vermelhos maduros e elegantes notas florais. Ligeiras sugestões a tosta da barrica.
Paladar: Encorpado, volumoso, elegante. Final com persistência.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 16 ºC a 18 ºC. Acompanha bem comida mediterrânica e pratos tradicionais portugueses.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,8 % vol. |
3,51 |
5,67 g/l C4H4O6 |
3,70 g/l |
75 mg/l |
Produção (garrafas): 7.000
Engarrafado em: Abril de 2007
Comercializado a partir de: Outubro de 2007
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
RHEA DOURO BRANCO 2007
[REE-a]: Astrologia - Satélite de Saturno descoberto em 1672 por Giovanni Cassini. Mitologia Grega – Filha de Urano, Deus do Céu, e de Gaia Deus da Terra. Irmã e mulher de Cronus (Saturno) ela é vista como a mãe dos maiores Deuses, como Demeter, Hades (Plutão), Hera, Hestia, Poseidon (Neptuno) e Zeus (Júpiter).
Cima Corgo (Favaios). A escolha do local deve-se à altitude a que se encontram as vinhas e à variedade das castas. Os 550m a que se encontram as vinhas permitem uma maturação suave proporcionando uma elevada concentração aromática e uma acidez equilibrada.
Castas tradicionais durienses como a Gouveio, Rabigato, Moscatel, Malvasia Fina e Fernão Pires.
Desengace total. Prensagem das uvas inteiras. Defecação estática. Fermentação em cuba de inox com controlo da temperatura. Estágio sobre as borras finas até Dezembro de 2007.
Cor: Citrina esverdeada.
Aroma: Intenso e fresco, elegantes notas florais e tropicais.
Paladar: Seco, acidez equilibrada e volumoso. Final persistente.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 10 ºC a 12 ºC. Bom companheiro da gastronomia ligeira e saudável.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
14,05 % vol. |
3,18 |
6,94 g/l C4H4O6 |
1,5 g/l |
83 mg/l |
Produção (garrafas): 8.000
Engarrafado em: Fevereiro 2008
Comercializado a partir de: Março 2008
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
RHEA DOURO TINTO 2005
[REE-a]:
Astrologia - Satélite de Saturno descoberto em 1672 por Giovanni Cassini.
Mitologia Grega – Filha de Uranos, Deus do Céu, e de Gaia Deus da Terra. Irmã e mulher de Cronus (Saturno) ela é vista como a mãe dos maiores Deuses, como Demeter, Hades (Plutão), Hera, Hestia, Poseidon (Neptuno) e Zeus (Júpiter).
Cima Corgo (Rio Torto) e Douro Superior (Muxagata).
O rio Torto é um dos principais afluentes da margem Sul do rio Douro. As vinhas seleccionadas para este vinho são vinhas velhas em patamares com cerca de 40 a 50 anos de idade plantadas com diferentes castas. Os patamares apresentam diferentes exposições, orientações e altitudes sem nunca deixar a proximidade do rio imprimindo ao vinho diferentes características: fruto, frescura e corpo.
As uvas da Muxagata contribuem para a cor e estrutura devido às suas condições de maturação mais profundas.
Castas tradicionais durienses como a Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Barroca e Touriga Nacional.
Desengace total. Combinação entre fermentações em pequenas cubas de inox e lagares em pedra. Controlo moderado da temperatura. Suaves remontagens manuais diárias e pisa a pé. Parcialmente estagiado em barricas de carvalho durante 10 meses.
Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Cor: Rubi intensa.
Aroma: Fresco com boa intensidade, elegantes notas florais e ligeiras sugestões de tosta da barrica.
Paladar: Suave, elegante lembrando frutos silvestres. Final com persistência.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 15 ºC a 17 ºC. Acompanha bem comida mediterrânica e pratos tradicionais portugueses.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,0 % vol. |
3,78 |
4,69 g/l C4H4O6 |
1,70 g/l |
55 mg/l |
Produção (garrafas): 21.300
Engarrafado em: Agosto 2006
Comercializado a partir de: Fevereiro 2007
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
RHEA DOURO TINTO RESERVA 2005
[REE-a]:
Astrologia - Satélite de Saturno descoberto em 1672 por Giovanni Cassini.
Mitologia Grega – Filha de Uranos, Deus do Céu, e de Gaia Deus da Terra. Irmã e mulher de Cronus (Saturno) ela é vista como a mãe dos maiores Deuses, como Demeter, Hades (Plutão), Hera, Hestia, Poseidon (Neptuno) e Zeus (Júpiter).
Cima Corgo (Gouvinhas).
Seleccionamos um conjunto de vinhas velhas plantadas em socalcos com predominante exposição a sul e com um solo muito pobre e de elevada pedregosidade.
A complexidade do vinho é proveniente de uma elevada densidade de plantação, baixo rendimento e uma grande variedade de castas.
Tradicionais de vinhas velhas durienses.
Desengace total seguida de suave esmagamento. Fermentação em lagares de pedra. Controlo moderado da temperatura. Pisa a pé conjugada com suaves remontagens manuais diárias. Estagiou em barricas de carvalho durante 12 meses.
Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Cor: Rubi com boa profundidade.
Aroma: Maduro com boa intensidade, onde sobressaem os frutos vermelhos maduros e elegantes notas florais. Ligeiras sugestões a tosta da barrica.
Paladar: Encorpado, volumoso, elegante. Final com persistência.
Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 16 ºC a 18 ºC. Acompanha bem comida mediterrânica e pratos tradicionais portugueses.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,8 % vol. |
3,51 |
5,67 g/l C4H4O6 |
3,70 g/l |
75 mg/l |
Produção (garrafas): 7.000
Engarrafado em: Abril de 2007
Comercializado a partir de: Outubro de 2007
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
CROOKED VINES DOURO TINTO 2005
Cima Corgo.
As uvas são provenientes de vinhas muito velhas encaixadas em pequenos vales.
As práticas culturais da época recomendavam uma densidade de plantação elevada, obrigando assim as raízes a explorarem horizontes de solo mais profundos. Esta prática em conjunto com a idade das cepas induz a uma baixa produção.
Todas estas videiras têm uma característica comum: apresentam um tronco envelhecido e retorcido – “Crooked Vines”.
Uma mistura das castas típicas durienses.
Desengace parcial seguido de suave esmagamento. Fermentação em lagares de pedra com pisa a pé e em cubas de inox com suaves remontagens manuais diárias que permitem efectuar macerações prolongadas. Controlo moderado da temperatura. Estagiou em barricas de carvalho durante 16 meses.
Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Cor: Granada intensa e violácea.
Aroma: Complexo e intenso. Sobressaem os frutos vermelhos e pretos muito maduros conjugados com sugestões balsâmicas. Fundo floral. Notas de especiarias.
Paladar: Encorpado, volumoso e ao mesmo tempo elegante. Taninos firmes e maduros que conferem persistência na prova.
Consumo: Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 16 ºC a 18 ºC. Acompanha bem pratos à base de caça e queijos fortes. Recomendamos a sua decantação.
Copo: Modelo tipo Bordéus.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,6 % vol. |
3,71 |
5,28 g/l C4H4O6 |
2,50 g/l |
69 mg/l |
Produção (garrafas): 3.200
Engarrafado em: Abril de 2007
Foram também engarrafadas garrafas de 1.5, 3, 6 e 12 litros
Ver tamanhos das garrafas: 
Comercializado a partir de: Outubro de 2007
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
SECRET SPOT DOURO TINTO 2004
-Single Vineyard-
Secret Spot é um projecto de Gonçalo Sousa Lopes e Rui Cunha que tem como objectivo produzir vinhos de uma única vinha que apresente potencial para originar um vinho de qualidades únicas.
Todos os anos acompanhamos diferentes vinhas que nos parecem requerer essas características, sendo que apenas uma poderá ostentar a marca Secret Spot.
Para manter o secretismo atribuímos a essas vinhas cores com as quais as identificamos. Reconhecemos a origem do vinho pelo ponto colorido no topo da cápsula. A cor dourada para o rótulo foi escolhida para representar a região do Douro, podendo em edições futuras ostentar outra coloração.
O ano vitícola de 2004 iniciou com um Inverno seco. As primeiras chuvas coincidiram com o abrolhamento - este ano na última semana de Março - o que veio a ajudar a um desenvolvimento da planta homogéneo.
A floração, alimpa e vingamento do fruto (entre Abril e Maio) ocorreram nas condições ideais: tempo seco, quente e, por vezes, ventoso. Com estas condições, adivinhava-se o desenvolvimento de cachos bem formados.
O fecho do cacho e pintor ocorreram sob temperaturas elevadas, normais para a região. Como a água disponível para a planta foi reduzida originou uma queda precoce das folhas da base, vindo assim a dificultar o desenrolar do pintor.
O início do período de maturação (Agosto) deu-se em condições bastante anormais para a região, ou seja, temperaturas amenas e humidades relativamente elevadas.
No início de Setembro voltou o tempo seco e quente proporcionando assim a uma maturação perfeita para a obtenção de uvas de grande qualidade.
A vinha que deu origem este ano à primeira edição da marca Secret Spot é caracterizada pela sua idade superior a 70 anos onde coabita uma mistura de castas tradicionais durienses. A sua baixíssima produção por cepa (inferior a 200 gramas) e uma intervenção humana que se limitou às operações culturais da poda e da vindima comprovou o equilíbrio entre a videira e o ano agrícola de 2004.
As videiras apresentavam um reduzido desenvolvimento vegetativo, cachos muito pequenos que sustentavam bagos dispersos. Para um leigo seria uma vinha abandonada...
A vindima realizou-se a 15 de Setembro com óptimas condições meteorológicas. As uvas foram vindimadas manualmente para caixas perfuradas de 15kg e retiradas da parcela com o auxílio de uma mula. Seguiu-se o transporte para uma arca frigorífica onde as uvas permaneceram a 5ºC durante 18 horas.
Selecção individual dos cachos em tapete de escolha, desengace total seguido de suave esmagamento dos bagos. Fermentação em lagar de pedra com recurso à tradicional pisa a pé. Controlo moderado da temperatura. Estagio em barricas novas de carvalho durante 14 meses. Durante todo o processo de produção deste vinho foi abordada uma atitude enológica minimalista para assegurar toda a personalidade. Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio. Pode criar depósito.
Cor: Vermelha viva muito intensa.
Aroma: Jovem, conjugando profundidade e complexidade. Lembra frutos do bosque muito maduros, aparecem já algumas notas de especiarias para além do lado balsâmico. Elegante componente adocicada e fumada conferida pelo estágio em barricas.
Paladar: Ataque muito macio. Taninos presentes, mas muito finos. Encorpado. Concentrado. Final longo e apetecível.
Consumo: Deverá ser apreciado a uma temperatura entre os 16 ºC a 18 ºC. Recomendamos a sua decantação nos primeiros anos da sua vida.
Copo: Modelo tipo Bordéus.
Maridagem: Recomendamos o seu casamento com pratos com alguma força, personalidade e carácter, como por exemplo o porco preto, a lebre e o faisão.
Álcool |
pH |
Acidez Total |
Açúcares Redutores |
SO2 Total |
13,5 % vol. |
3,56 |
5,84 g/l C4H4O6 |
2,80 g/l |
111 mg/l |
Produção (garrafas): 2.650
Engarrafado em: 27 Março de 2006
Em Março de 2007 foram também engarrafadas garrafas de 1.5, 3, 6 e 12 litros (num total de 225 litros do mesmo lote, que permaneceu 36 meses em casco).
Ver tamanhos das garrafas: 
Comercializado a partir de: Novembro de 2006
Viticultor responsável: Gonçalo Sousa Lopes
Enólogo responsável: Rui Cunha
Ficha Técnica: 
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